Com curadoria do crítico Felipe Scovino, a exposição apresenta um total de 118 obras divididas em: 42 aquarelas; 44 objetos; 32 pinturas, que percorrem a trajetória artística do artista plástico nas duas últimas décadas

A mostra “Gonçalo Ivo: A Pele da Pintura”, que poderá ser visitada de 28 de outubro a 26 de fevereiro de 2017, no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, tem como ponto central a metáfora de um corpo ou mais especificamente da pele na obra do artista em questão.

Com curadoria do crítico Felipe Scovino, a exposição apresenta um total de 118 obras divididas em: 42 aquarelas; 44 objetos; 32 pinturas, que percorrem a trajetória artística do artista plástico nas duas últimas décadas.

Gonçalo Ivo é um dos mais destacados artistas brasileiros da geração 80, radicado na Europa há 15 anos, possui ateliês em Pari e Madri, alternando-se em temporadas de trabalho com o Rio de Janeiro, onde mantém QG na inspiradora serra de Teresópolis. Sua obra é reconhecida internacionalmente, sendo exposta em destacadas galerias e museus do Brasil e do exterior. Recentemente Gonçalo teve o trabalho exposto no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, Instituto Moreira Salles, São Paulo e Rio de Janeiro, Espace Krajcberg, Paris e na Pinacoteca do Estado de São Paulo.

“A cor confunde-se com a pele podendo ser na obra de Gonçalo, rugosa, desigual, seca, vibrante”, analisa Scovino que reforça também as qualidades estéticas do legado de Gonçalo Ivo.