“Tão diferentes, tão atraentes” reúne artistas em exposição coletiva sob o olhar de Paulo Miyada

Coletivo eleito pelo curador traz artistas da geração 1980, como Jac Leirner, Daniel Senise e Leda Catunda, ao lado de jovens artistas que estão despontando na cena artística brasileira, como Pedro França e Janina McQuoid

  • Por:Anderson Miguel
  • Fotos:Gui Gomes
  • 4 setembro 2017
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Jac Leirner, Two Four Twelve, 2017

Em cartaz até 15 de outubro, na Carbono Galeria, “Tão diferentes, tão atraentes” apresenta 13 obras de dez artistas diferentes: Adriano Costa, Ana Prata, Beto Shwafaty, Daniel Senise, Jac Leirner, Janina McQuoid, Leda Catunda, Lucia Koch, Pedro França e Tiago Mestre.

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Leda Catunda, Amor e Romance, 2017

“A chave, aqui, é enfatizar a relação inversa: que o que vale para as obras de arte valerá para os objetos cotidianos, em igual ou maior medida. A proposta em ‘Tão diferentes, tão atraentes’ é comissionar e apresentar obras de arte que são também objetos e que, como obras e como objetos, têm a expectativa de estar futuramente na casa de alguém, subsistir em ambiente doméstico, seja lá o que tal ambiente tenha se tornado hoje”, afirma Paulo Miyada, que também atua como curador no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP.

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Beto Shwafaty, Dispositivo Anti Ego, 2006

Os artistas foram convidados em função de seu interesse por aspectos da arte compartilhados com os do habitar: seja o design, seja como decoração, com peças que vão de bancos, objetos, espelhos até luminárias. Ao término da mostra, as obras passam a fazer parte do acervo de edições da galeria.

Tão diferentes, tão atraentes
De 17/08 à 15/10/2017
Segundas as sextas, das 10h as 19h. Sábados, das 11h as 15h
carbonogaleria.com.br