Marcos Gouvêa Arquiteto

Formação. Arquitetura e Urbanismo

Onde nasceu. Sinop, MT

Onde atua. Brasil

Principais projetos. Residências, corporativos, paisagísticos e design de produto; Parques urbanos em Imperatriz, MA e Trindade, GO

Bio

Direto de Mato Grosso,  mais precisamente do município de Sinop – um dos mais populosos do estado do Centro-Oeste do Brasil – vem o arquiteto e urbanista Marcos Gouvêa, de 35 anos de idade e há sete em atuação no mercado. Interessado pela carreira desde a infância, quando acompanhava o pai arquiteto em obras executadas por ele, recebeu convite aos 16, em plena adolescência, para atuar como estagiário em um escritório de arquitetura. Hoje, com QG próprio, localizado em Goiânia, comanda projetos residenciais, corporativos, paisagísticos, design de produto e revitalizações urbanas, segmento este, que Marcos contabiliza dois trabalhos marcantes: os parques urbanos de Imperatriz, MA, e de Trindade, GO. “Cada projeto é único e motivo de muito orgulho, mas,  foi muito gratificante ver dois parques urbanos que saíram de minha prancheta sendo bem aproveitado pela população”, conta ele. Seguidor do estilo atemporal, o profissional reforça que busca sempre aplicar em seus projetos peças e ingredientes que remetam à memória afetiva dos moradores e usuários dos ambientes a serem entregues. “Vejo a arquitetura como um palco para a vida, portanto a personalidade que deve sobressair é a do cliente, sou um instrumento organizador da bagagem que ele traz consigo, ambiente bacana tem alma e histórias, e não envelhece jamais”, pontua. Marcos também acompanha trabalhos de grandes profissionais do metiê para se inspirar, entre seus ídolos  estão o espanhol Alberto Campo Baeza, o mexicano Ricardo Legorreta (1931 -2011) e o paulistano Marcio Kogan. Acompanhar as tendências em feiras e eventos da área é outra atividade que pratica para renovar e arejar as ideias. Nesse sentido, costuma participar das edições da Expo Revestir (evento realizado em São Paulo anualmente e considerado a fashion week da arquitetura e construção), além da Feicon Batimat (que também ocorre em Sampa) ente outras mostras regionais. Com projetos espalhados por estados como Goiás, Mato Grosso, Maranhão e Santa Catarina defende que luz, seja ela natural ou artificial, jamais pode faltar em um bom projeto, assim como plantas (sempre naturais é claro!) e água. Segundo o arquiteto, a aplicação desses três elementos proporciona sensação de acolhimento e bem-estar nos espaços que viabiliza.

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