Em suas mais recentes peças, meninas da Gypso revivem em vasos e objetos o granilite comum na década de 1940

Débora e Tina fundaram a marca pela paixão pelas criações manuais e hoje desenvolvem peças cheias de afeto para parcerias ou projetos autorais

  • 22 dezembro 2017

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A Gypso é composta por duas amigas entusiasmadas por projetos feitos à mão. “A maneira como começamos a Gypso — trocando presentes feitos por nós — traduz bem o que pretendemos oferecer: peças únicas, feitas por pessoas, com afeto e pessoalidade em cada etapa”, contam Débora Saraiva e Tina Niessner, as mentes criativas por trás da marca.

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Objetos e materiais já existentes despertam os experimentos da Gypso, conforme definem as profissionais, numa busca constante de rever o trivial. As meninas reaproveitam desde utilitários domésticos a refugos industriais, em peças que assumem a diversidade de formas e características específicas que tornam cada objeto final único.

A mais recente coleção de granilite de vasos e objetos, feita a partir da mistura do cimento com pedriscos (bastante usada em pisos e halls de prédios na década de 1940), é uma experiência para a dupla. “Começamos com o concreto tradicional e, por meio de vários testes, chegamos a essa nova linha, mais colorida e viva.”

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 A experimentação, na verdade, faz parte do trabalho. “Estamos constantemente testando as superfícies, os materiais, as cores. Não nos colocamos limitação de formas nem modelos. Cada dia no ateliê pode acontecer uma nova surpresa!”, concluem elas, que apresentam suas criações realizadas — em parcerias, para projetos ou autonomamente —  em feiras e mercados de pequenos produtores.

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